24 de março de 2026
Leituras:
Nm 21,4-9
Sl
101(102),2-3.16-18.19-21 (R. 2
Jo 8,21-30
Por Pe. Geraldo Martins
O mal nunca tem origem em Deus,
mas é resultado das opções humanas. Quando reconhecemos isso, nos arrependemos
e suplicamos o perdão, Deus intervém com sua misericórdia e nos salva, tal como
fez com o povo no deserto. A serpente de bronze feita por Moisés e colocada
numa haste tornou-se salvação para todos que a olhavam depois de serem picados
pela serpente venenosa. Deus nunca abandona seu povo.
Desde cedo, os cristãos leram essa
passagem aplicando-a a Cristo, como vemos no evangelho de São João (Jo 8,28). Elevado na
cruz, Jesus contempla a humanidade por quem deu a vida. Esta, no entanto, nem
sempre retribui seu ato com a credulidade que ele exige. Muitas vezes acontece conosco o mesmo que ocorreu com os interlocutores de Jesus que duvidavam de sua
divindade e perguntavam: “quem és tu, então?” (Jo 8,25).
Sempre que resistimos ao amor e à
graça de Deus, sentimos o vazio que nos faz tomar consciência de nossa pequenez
e do nada que somos sem Deus. Somente a fé nos preenche e renova em nós o
sentido de nosso existir.
Senhor, perdoa-nos quando
murmuramos contra ti e não enfrentamos com serenidade e confianças as dificuldades
da vida. Dá-nos olhar sempre para a cruz de teu filho e professar nossa fé em
seu amor que nos salva. Amém!

Amém
ResponderExcluirAmém.
ResponderExcluirAmém Boa tarde!
ResponderExcluirSenhor, que teu amor e tua graça seja presença constante em meu existir.
ResponderExcluirAmém.
ResponderExcluirAmém!
ResponderExcluirAmém!
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