11 de abril de 2026
Leituras:
At 4,13-21
Sl 117(118),1 e
14-15.16ab-18.19-21
Mc 16,9-15
Por Pe. Geraldo
Martins
Nenhum de nós deve crer com a fé do outro. A fé é sempre
experiência pessoal e nasce do encontro que cada um tem com Cristo
ressuscitado. Contudo, o testemunho de quem se encontrou com o Ressuscitado
deve nos levar à fé, ou seja, deve nos fazer acreditar que Cristo venceu a
morte e está vivo ainda que não o vejamos.
É interessante observar que tanto Madalena quanto os dois
discípulos vão aos apóstolos comunicar que viram o Senhor. Aos apóstolos é que Jesus
confia a responsabilidade da missão, apesar de sua incredulidade: “Vão pelo
mundo inteiro e anunciem o Evangelho a toda criatura” (Mc 16,15). A Boa Nova da
ressurreição precisa chegar a todos a fim de que sejam libertos e salvos.
Fé e missão caminham juntas de tal forma que todos que foram
batizados em nome de Cristo têm a responsabilidade de fazer chegar a todos os
corações a palavra libertadora do Evangelho a fim de que encontrem em Jesus
ressuscitado a força e o sentido da própria vida. Crer é sempre um ato livre da
pessoa. Não nos cabe fazer o outro crer, mas dar-lhe o testemunho do que vimos
e acreditamos. Quando fazemos isso, Deus age de forma surpreendente.
O Papa Francisco lembrava que a missão que Jesus confiou aos
apóstolos exige a colaboração de todos nós. “Cada um de nós, em virtude do
batismo que recebeu, está habilitado a anunciar o Evangelho. É precisamente o
batismo que habilita e também nos impele a ser missionários, que anunciam o
Evangelho” (Papa Francisco, 13.05.2018).
Ó Cristo, cremos em tua ressurreição. Faz-nos missionários e
missionárias desta Boa Nova a fim de que todos, pela fé, vivam as alegrias
pascais que nos comunicam teu amor e tua misericórdia. Amém.

Amém!
ResponderExcluirAmém
ResponderExcluirCrer é sempre um ato livre da pessoa. Não nos cabe fazer o outro crer, mas dar-lhe o testemunho do que vimos e acreditamos. Quando fazemos isso, Deus age de forma surpreendente.
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