6 de maio de 2026
Leituras:
At 15,1-6
Sl
121(122),1-2.3-4a.4b-5 (R. cf. 1)
Jo 15,1-8
Por Pe. Geraldo
Martins
Só produziremos os
frutos que Cristo e seu Reino esperam de nós permanecendo unidos a Ele, tal como o ramo à
videira, numa reciprocidade que nasce do amor que Ele tem por cada um de nós.
Ele mesmo é quem o afirma: “Aquele que permanece em mim, e eu nele, esse produz
muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (Jo 15,5).
O nosso ser cristão se
define por este nosso permanecer em Cristo como nos diz o Papa Leão: “Ser
cristão não é, em primeiro lugar, um conjunto de práticas ou ideias: é uma vida
em união com Cristo, na qual nos tornamos participantes da relação filial que
Ele vive com o Pai no Espírito Santo. Significa permanecer em Cristo como os
ramos na videira (cf. Jo 15, 4), imersos na vida trinitária”
(Mensagem para o Dia Mundial das Missões – 2026).
Uma das formas de
permanecermos unidos a Cristo é nossa fidelidade à Igreja que, por natureza, é
sinodal como podemos constatar na primeira leitura de hoje. Diante do conflito
surgido na comunidade por causa dos cristãos vindos do paganismo a quem os cristãos
originários do judaísmo queriam obrigar a práticas da religião antiga, a
circuncisão, Paulo e Barnabé resolvem levar a questão aos apóstolos em Jerusalém (cf At 15,2).
Permanecer em Cristo,
a videira, não é impor normas e regras moralizantes, mas, antes, educar para a
liberdade que nos leva a uma adesão a Jesus Cristo e ao seguimento radical de
sua pessoa, assumindo seu projeto de vida e de libertação num mundo marcado por
injustiças, desigualdades, violência e indiferença a quem sofre.
Ó Pai, faz que permaneçamos
unidos a teu Filho tal como o ramo àvideira a fim de produzirmos frutos de
amor e de justiça a caminh de teu Reino. Amém!

Amém!
ResponderExcluirAmém.
ResponderExcluirAmém
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