22 de junho de 2026
Leituras:
2Rs 17,5-8.13-15a.18
Sl 59(60),3.4-5.11-12a.12b-13 (R. 7b)
Mt 7,1-5
Por Pe. Geraldo
Martins
Não raras vezes, o julgamento que fazemos tem viés
moralista. Apresentamo-nos superiores e melhores do que aqueles a quem
julgamos. Numa contradição de estarrecer, vemos o cisco no olho de nosso irmão,
mas não a trave que está em nosso próprio olho. Isso, diz Jesus, é hipocrisia e
das grandes! Julgando-nos mais santos e puros, somos muito ágeis para ver e
condenar o erro dos outros, porém, ignoramos nosso próprio erro, muitas vezes,
maior que o de nosso irmão.
Disse o papa Francisco que quem julga “coloca-se no lugar de
Deus, considera-se Deus e duvida da palavra de Deus”. E acrescentou: “é muito
feio julgar: deixemos o julgamento só a Deus, só a ele! A nós compete o amor, a
compreensão, rezar pelos outros quando vemos coisas que não são boas”.
Quando tivermos a tentação de julgar o outro, “olhemo-nos no
espelho” para não sermos hipócritas, colocando-nos no lugar de Deus.
Lembremo-nos de que nosso julgamento “é pobre: falta algo tão importante que o
juízo de Deus possui, falta a misericórdia” (Papa Francisco – 20/06/2016)
Senhor, dá-nos a luz de teu Espírito a fim de reconhecermos nossos próprios limites e livra-nos da tentação de julgar nossos irmãos e irmãs. Amém!

Amém!
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ResponderExcluirQuando tivermos a tentação de julgar o outro, “olhemo-nos no espelho” para não sermos hipócritas, colocando-nos no lugar de Deus. Lembremo-nos de que nosso julgamento “é pobre: falta algo tão importante que o juízo de Deus possui, falta a misericórdia” (Papa Francisco – 20/06/2016) AMÉM!
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